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Poesias e Outras Coisas
Porque eu queria que a vida fosse suficiente
| O buraco | 19:33 |
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Chegará o dia em que cada um terá um buraco diante de si.
Neste lugar não poderá ser depositado nada além de si mesmo.
Nada de rancor, nem ódio, sem hipocrisia, muito menos mentira.
Dinheiro não será preciso, roupas...desnecessárias, apresentar-se-á
verdade.
A nudez e só a nudez é que contará como importante
Será então que cada um reparará na sua pequenez
Na sua falta de significância, na covardia da arrogância
Sentirás falta de querer ser mais e por que não, querer ter
menos.
Chegará a hora de dizer adeus? Não haverá tempo pra isso
Não se poderá proclamar nada, nem ver, quando muito, sentir.
Ofegante agora, pensas nesta hora, se é assim que vai embora
fecha-se a porta atrás de ti, nem uma janela se abrirá
Será escuro, mais negro do que noite sem luar
nem um espelho d'água iluminará teus passos
Estará sozinho, com medo e aflito, te arrependerás de muito
E tarde demais para confessar-te, cerrará teus olhos
para sempre.
Olhará para dentro de ti, um dia se enxergará como és
Como foi e como quisera ser, perceberás que não foi
Nem aquilo que quisera, nem o que quiseram que fostes
Será somente carne e osso, não terás essência, és vazio, vê?
É igual ao buraco que te espera, que anseia por locupletar-se
Enquanto tu, destituído de tu mesmo e sem forças para voltar
se entregará ao vazio do nada, o que construiu em tua vida
agora reflete-se no buraco, é você, vês um ao outro, sendo ambos
o mesmo.
Neste lugar não poderá ser depositado nada além de si mesmo.
Nada de rancor, nem ódio, sem hipocrisia, muito menos mentira.
Dinheiro não será preciso, roupas...desnecessárias, apresentar-se-á
verdade.
A nudez e só a nudez é que contará como importante
Será então que cada um reparará na sua pequenez
Na sua falta de significância, na covardia da arrogância
Sentirás falta de querer ser mais e por que não, querer ter
menos.
Chegará a hora de dizer adeus? Não haverá tempo pra isso
Não se poderá proclamar nada, nem ver, quando muito, sentir.
Ofegante agora, pensas nesta hora, se é assim que vai embora
fecha-se a porta atrás de ti, nem uma janela se abrirá
Será escuro, mais negro do que noite sem luar
nem um espelho d'água iluminará teus passos
Estará sozinho, com medo e aflito, te arrependerás de muito
E tarde demais para confessar-te, cerrará teus olhos
para sempre.
Olhará para dentro de ti, um dia se enxergará como és
Como foi e como quisera ser, perceberás que não foi
Nem aquilo que quisera, nem o que quiseram que fostes
Será somente carne e osso, não terás essência, és vazio, vê?
É igual ao buraco que te espera, que anseia por locupletar-se
Enquanto tu, destituído de tu mesmo e sem forças para voltar
se entregará ao vazio do nada, o que construiu em tua vida
agora reflete-se no buraco, é você, vês um ao outro, sendo ambos
o mesmo.
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