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Poesias e Outras Coisas
Porque eu queria que a vida fosse suficiente
| Perdidos na noite | 12:12 |
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Foi com muito barulho que me encontrei em certa noite, ao som de músicas nostálgicas que embalavam aqueles que ali se encontravam.
Ambiente meio que penumbre, ritmos misturados a suores e adrenalina, pessoas se esbravazavam, soltavam seus espíritos de realidades, cada qual com seus conceitos, preceitos secretos, privados de uma plenitude humana.
Busca por algo, por tentar completar, preencher certos vazios que existem em cada um de nós.
A noite torna-se propícia, quente, abafada, esconde pequenos detalhes essenciais que por falta de uma sensibilidade passam despercebidos no meio de tanta euforia.
E foi depois de tanta tempestade, debaixo de um céu quase estrelado, na calada noite que consegui ver que a noite sorria para mim e você, e vi, sentimentos nobres aflorando por você, ou ambos.
Tornamo-nos cúmplices de certa forma que cada um permitiu. Respeito, sinceridade, mágoas, ingenuidade com uma deliciosa pitada de sensualidade passavam a fazer parte naquelas horas, naquela noite.
Olhares procuravam ver a alma do outro, desejo!
Foi assim que a noite se despediu e o dia nasceu de maneira diferente. O dia chorava.
E na despedida, algo pairava na gélido ar matinal, algo que os diziam...
Mas culpas (quem sabe) de um possível pecado nos calou e se recolheu dentro de nós com aquele amanhecer tão triste...
JHA
Ambiente meio que penumbre, ritmos misturados a suores e adrenalina, pessoas se esbravazavam, soltavam seus espíritos de realidades, cada qual com seus conceitos, preceitos secretos, privados de uma plenitude humana.
Busca por algo, por tentar completar, preencher certos vazios que existem em cada um de nós.
A noite torna-se propícia, quente, abafada, esconde pequenos detalhes essenciais que por falta de uma sensibilidade passam despercebidos no meio de tanta euforia.
E foi depois de tanta tempestade, debaixo de um céu quase estrelado, na calada noite que consegui ver que a noite sorria para mim e você, e vi, sentimentos nobres aflorando por você, ou ambos.
Tornamo-nos cúmplices de certa forma que cada um permitiu. Respeito, sinceridade, mágoas, ingenuidade com uma deliciosa pitada de sensualidade passavam a fazer parte naquelas horas, naquela noite.
Olhares procuravam ver a alma do outro, desejo!
Foi assim que a noite se despediu e o dia nasceu de maneira diferente. O dia chorava.
E na despedida, algo pairava na gélido ar matinal, algo que os diziam...
Mas culpas (quem sabe) de um possível pecado nos calou e se recolheu dentro de nós com aquele amanhecer tão triste...
JHA
24/04/1998
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